Está em marcha um protesto que se quer tornar global e "barulhento". A proposta que um grupo de utilizadores, mais ou menos desconhecidos, tem para fazer aos mais de 400 milhões utilizadores da rede social, insatisfeitos com as mais recentes alterações ao nível da privacidade é simples: não usem o Facebook no próximo dia 6 de Junho.




O protesto nasceu da indignação de alguns utilizadores com as declarações do fundador do Facebook, que afirmou no final de Abril que não acreditava na privacidade e imprimiu novas regras no site que para muitos provam-no. Entre as medidas mais recentes está um conjunto de novas funcionalidades do serviço, que alargam significativamente a audiência provável dos movimentos dos utilizadores, como o TeK teve oportunidade de explicar numa análise às propostas apresentadas.




Os organizadores acreditam que a força da comunidade não serve só para fazer crescer em tempo recorde uma rede social, pode também ter um papel decisivo nas orientações de política de privacidade da plataforma, como defendem em algumas das entrevistas concedidas para promover a acção.




Quem quiser participar, explica-se no Facebook Protest, deve resistir a entrar no site no próximo dia 6 de Junho, mas também a interagir com a plataforma de qualquer outro modo, como é possível fazer através de botões colocados em milhares de sites.

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