Em 2007, todos os norte-americanos deverão ter ao seu dispor acesso à Internet de alto débito, uma medida necessária, segundo o proposto pelo actual presidente George W. Bush, para manter os Estados Unidos "competitivos e inovadores".



Sem adiantar pormenores acerca da forma como pretende alcançar o objectivo avançado, Bush afirma que o "arrojado" plano para a banda larga é importante para que os EUA se mantenham na "vanguarda das alterações tecnológicas". "Temos de ter acesso universal e económico à tecnologia de banda larga até 2007 e depois temos de assegurar, rapidamente, que daí em diante os consumidores terão muitas hipóteses de escolha", referiu o presidente dos Estados Unidos num discurso recente, citado pela agência Reuters.



No seu plano para a disponibilidade universal da banda larga no país, Bush defende que a abolição dos impostos será uma medida necessária. "O congresso não deverá cobrar impostos à tecnologia de banda larga se quiser alargar a sua utilização", afirmou.



Até agora, o congresso norte-americano não renovou a interdição sobre o imposto às mensalidades que os ISPs cobram aos clientes que terminou em Novembro. De qualquer forma, os Estados não avançaram na imposição de novos impostos.



Michael Powell, presidente da Federal Communications Commission, há pouco tempo optou por reduzir as exigências regulamentares às companhias telefónicas, que no passado tiveram que partilhar as suas redes com rivais devido à sua posição dominante no mercado doméstico, e afirma estar "desejoso" de trabalhar com os seus colegas com vista à meta proposta por Bush.



Durante o ano passado, a agência governamental decidiu que as companhias telefónicas locais dominantes não teriam que disponibilizar às suas rivais acesso às novas linhas de fibra óptica - um factor chave para a implementação da banda larga - às taxas baixas mandatadas pelo governo. Por sua vez, as empresas de cabo não são obrigadas a partilhar as suas redes, embora algumas permitam aos subscritores terem prestadores de serviços Internet alternativos.



Os decisores políticos têm debatido formas de acelerar o alargamento da disponibilização assim como da adopção do serviço de Internet de banda larga nos EUA, quando actualmente existem cerca de 20,6 milhões de lares e PMEs norte-americanos que subscrevem este tipo de serviços, por cabo ou telefone. Os clientes de tecnologia de banda larga por cabo estão em maioria face aos de DSL - cerca de 13,7 milhões comparativamente a 7,7 milhões.



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