Depois uma semana offline para remodelações, o Chatroulette voltou a estar disponível esta segunda-feira, numa versão que os responsáveis esperam que seja mais rentável e menos pródiga em cenas de exibicionismo.

Este tem vindo a ser considerado um dos principais problemas do serviço - que permite a conversação vídeo entre desconhecidos, que são colocados em contacto de forma aleatória.

Os utilizadores queixavam-se da frequência com que se deparavam com pessoas que exibiam os genitais e os responsáveis pela gestão do site confirmavam que era muito elevado o número de videoconferências interrompidas voluntariamente por uma das partes, logo após colocada em contacto com a outra.

Por isso, foi prometida uma versão "renovada e actualizada", que levou ao encerramento temporário do site, no passado dia 24, sem que fosse indicada uma data para a sua re-activação.

A (alegada) introdução de mecanismos destinados a filtrar melhor este tipo de situações, deverá ajudar também a melhorar as perspectivas de publicidade e investimento no projecto de Andrei Ternovskiy - que eram também, em grande medida, goradas pelos conteúdos de cariz sexual a que os investidores não queriam ser associados.

O site apresenta-se agora com um novo interface, onde mudam o design e posição dos botões, e que alguns já classificam como mais confuso.

Outra das impressões registadas por quem já experimentou a nova versão é a de que o problema do excesso de imagens contendo órgãos genitais masculinos parece não ter diminuído.

Os últimos desenvolvimentos voltam a trazer à discussão os rumores que afirmavam que esta interrupção temporária do serviço se devia à necessidade de corrigir uma falha de segurança que permitia a recolha de dados dos utilizadores do Chatroulette.

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