O comércio electrónico é uma realidade do quotidiano de 37,2 por cento dos internautas portugueses, com 18,8 por cento a afirmar que, embora não seja um hábito usual, já compraram produtos ou serviços online. A maioria (61,8%) continua a ignorar os benefícios prometidos pelas cibercompras.

Os dados constam do Estudo de Base para o Painel de Cibernautas - Netpanel de 2009, da Marktest, e mostram uma ligeira melhoria face aos resultados apurados no ano anterior, de respectivamente 16,6 e 33,3 por cento.

Preços mais baixos, comodidade e facilidade lideram a lista de razões dos portugueses para comprarem através da Internet. Uma nota para a quarta razão apontada que diz respeito ao facto da Web ser o único "espaço comercial" onde é possível encontrar produtos que não se estão à venda noutro local, referida por 8,1 por cento do painel.

Livros, equipamento informático e roupa e sapatos estão entre os produtos mais adquiridos. Seguem-se as viagens, os CDs e os DVDs e as reservas de hotel. Material fotográfico, artigos de supermercado, software, bilhetes para espectáculos ou jogos, a par de telemóveis e acessórios completam a lista dos 10 artigos/serviços que os portugueses costumam comprar online.

Entre os 37,2 por cento de internautas adeptos do comércio electrónico 19,9 por cento diz só comprar em sites portugueses, 9,5 por cento compra em sites nacionais e estrangeiros e 7,5 por cento escolhe apenas artigos e serviços disponibilizados em portais estrangeiros.

A falta de confiança relativamente à segurança das transacções continua a ser apontada como a principal razão para evitar as cibercompras (23,6%) entre aqueles que nunca experimentaram o comércio electrónico. Quinze por cento refere preferir ir às compras pessoalmente, enquanto 10,8 diz nunca ter tido essa necessidade.

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