Em cada 100 portugueses 11 tinham no final de 2005 acesso à banda larga, o que se traduz numa penetração de Internet na ordem dos 11,5 por cento, revela a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico num estudo agora divulgado em parceria com a União Internacional das Telecomunicações. Face ao ano anterior os números apurados pelo organismo revelam uma subida de 3,3 por cento.




Mesmo assim voltam a colocar Portugal à margem da média europeia, que no final do ano compreendia uma penetração de 14,2 por cento, um pouco acima da penetração média apurada para os países da OCDE de 13,6 por cento.




Para este ano prevê-se que a indústria acumule um crescimento de 6 por cento beneficiando da boa performance das vendas na área dos produtos portáteis, servidores Linux, cartões de memória digitais entre outros bens associados à Internet.




A previsão tem em conta a evolução do investimento mundial na área das TIC ao longo dos últimos cinco anos que cresceu a um ritmo médio de 5,6 por cento. O estudo faz aliás notar que o comércio na área das TIC vem crescendo a ritmo superior ao da produção e do volume de negócios nesta área.




Contribuem de forma decisiva para esta evolução mercados como a Índia ou a China que no ano passado se afirmou como o sexto maior mercado de Tecnologias de Informação e Comunicação. Estão à sua frente países como os Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido e França.




A indústria das Tecnologias da Informação e Comunicação contribui em 9 por cento para o bolo mundial de negócios realizados e emprega directamente 14,5 milhões de pessoas em todo o mundo.

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