A marca do primeiro Internet Service Provider português, lançado em 1995, vai ser reactivada para fornecer serviços de registo de domínio e alojamento de sites. A Esoterica é agora um activo do grupo Claranet que já oferece o mesmo tipo de serviços em Portugal, mas pretende afirmar-se com uma proposta diferenciadora que assenta em serviços distintivos e numa forte componente de apoio local.



Além da oferta de registos de domínios, a Esoterica oferece quatro pacotes de alojamento que partem de um 1 GB de espaço e se estendem até à oferta de um servidor dedicado. Todas as propostas incluem um conjunto de ferramentas gratuitas como o Site Builder, que permite criar sites web sem conhecimentos técnicos.



Outras especificidades da oferta Esoterica têm a ver com a possibilidade de alojamento em ambiente Windows ou Linux, o suporte para sites dinâmicos ou a não obrigatoriedade de contratar um serviço de alojamento, como complemento do registo de domínio - como é prática noutras ofertas disponíveis no mercado, incluindo a da Amen, também do grupo Claranet - é outras das características diferenciadoras.



António Ferreira, administrador da Claranet e um dos fundadores da Esoterica, explicou em conferência de imprensa que a marca quer voltar a afirmar-se no mercado como uma marca de confiança, associada à qualidade de serviço. Nesse sentido a oferta que é agora colocada no mercado inclui uma garantia de nível mínimo de serviço fornecida pela empresa.



Até final do ano a Esotérica, que opera com uma estrutura operacional diferenciada da Amen, a outra marca do grupo a prestar serviços na mesma área, quer angariar 500 clientes. Durante o próximo ano planeia chegar aos 3 a 4 mil clientes.



António Ferreira acredita que é possível manter as duas marcas no mercado com um posicionamento diferenciado, já que a concorrência actualmente é baixa e também porque se esperam mudanças importantes com o previsível abandono da FCCN do papel de registry. Actualmente a fundação acumula os papeis de gestora de domínios e vendedora dos mesmos domínios, mas está já definido que abandonará esta segunda competência, devolvendo ao mercado os 75 por cento do negócio (no caso dos domínios .pt) que hoje controla. Por outro lado, a Claranet acredita que os operadores de telecomunicações tendem a apostar cada vez menos neste mercado o que faz supor um crescimento significativo do potencial de negócio, factor que acumula com uma evolução mais expressiva a cada ano do número de domínios registados.



Actualmente a Amen tem 20 por cento do mercado de registo de domínios .pt, onde operam 124 prestadores de serviços, de acordo com a Claranet. Nos domínios internacionais as contas são menos fáceis de fazer, já que boa parte dos registos feitos a partir de Portugal usam prestadores de serviços internacionais, uma situação que a empresa acredita poder mudar com uma oferta nacional mais forte.



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