Os computadores afetados foram contaminados com malware através de mensagens de spam com links para sites maliciosos, para integrar uma rede que tinha como objetivo roubar dados bancários. Carregando nos links, os donos dos PCs infetados abriram caminho à instalação de malware e ao controlo remoto das suas máquinas que, uma vez integradas na rede zoombie, ficaram à disposição dos cibercriminosos para participarem em novos ataques.



Para chegar ao cérebro da botnet Ramnit, o centro europeu de cibercrime da Europol contou com a colaboração da Microsoft, Anubisnetworks (empresa criada em Portugal) e da Symantec. Do lado das autoridades europeias participaram na operação investigadores da Alemanha, Itália, Holanda e Reino Unido.



Para desativar os sistemas de comando e controlo da rede as autoridades desligaram os sete servidores através dos quais eram desempenhadas essas tarefas, que estavam alojados em vários países europeus, explicou um responsável pela operação à Reuters.



As autoridades adiantam que foram identificados computadores infetados em vários países da Europa, mas a maioria está no Reino Unido.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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