
O surto de coronavírus que começou na cidade de Wuhan, na China, está a preocupar o mundo. O vírus, que matou mais de uma centena de pessoas e já se espalhou por quase 20 países, tem sido motivo de algumas decisões de contenção, em especial, após a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter declarado o estado de emergência de saúde pública a 30 de janeiro.
Depois de empresas tecnológicas como como a Apple, a Amazon e a Microsoft terem limitado as viagens dos seus colaboradores à China, com exceção das visitas que sejam críticas para os seus negócios, o Facebook e a Google decidiram “apertar o cerco” às informações falsas sobre o coronavírus.
A Google lançou um alerta SOS no seu motor de busca. De cada vez que um utilizador procure por informação acerca do coronavírus ser-lhe-ão apresentados dados oficiais atualizados da OMS.
Já a rede global de fact-checkers da empresa liderada por Mark Zuckerberg vai reforçar as suas operações, ao identificar e rever conteúdo que não é verdadeiro em relação ao surto viral. A plataforma elucida numa publicação no seu blog que quando surge uma informação falsa, a sua disseminação é limitada tanto no Facebook como no Instagram. Serão também enviadas notificações às pessoas que já partilharam ou tentaram enviar esse tipo de conteúdos.
O Facebook indica ainda que vai remover conteúdo que desencoraje tratamentos ou a tomada de medidas adequada, incluindo publicações acerca de curas e métodos de prevenção falsos, informações confusas sobre os recursos disponíveis e hashtags com dados errados. A rede social afirma que está a cooperar com organizações de saúde para ajudar o público a estar informado corretamente.
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