Os dados constam de um estudo onde se revela que a rede social fundada por Mark Zuckerberg foi a única a perder utilizadores este ano, na faixa etária dos 16 aos 24 anos. A saída de jovens deste grupo da plataforma foi apenas de 0,5% mas ainda assim faz da rede social a única a perder terreno neste grupo etário.



A pesquisa mostra que 64% dos jovens inquiridos já não usa a rede social com a mesma intensidade. A maioria dos jovens que reduziram "o consumo" de Facebook (50%) considera que a rede social se tornou aborrecida, um dos argumentos mais usados pela generalidade dos que responderam ao estudo, que ouviu internautas entre os 19 e os 64 anos.



No universo dos adolescentes, 29% explica que deixou de usar o Facebook porque os amigos já não estão na rede social, um número idêntico (27%) ao dos jovens que considera que a rede social deixou de ser atrativa. Quase um quinto dos adolescentes (18%) prefere neste momento outros serviços, como o Snapchat ou o Instagram.



A privacidade é outra questão que incomoda os utilizadores do Facebook, revela o estudo. Quase um terço dos inquiridos (28%) defendem que a plataforma é pouco segura e não garante privacidade.



Os dados foram apurados no âmbito do Global Web Index e também revelam que a utilização da rede social no último ano se tornou mais passiva. A partilha de fotos ou a troca de mensagens caiu cerca de 20%.



O Facebook continua a ser a rede social mais utilizada em todo o mundo, com mais de 1.350 milhões de subscritores ativos, somando mais do dobro dos utilizadores ativos que os três concorrentes mais diretos: Twitter, YouTube e Google+.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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