Está previsto que o sistema seja aplicado em todas as farmácias e já existirão manifestações de interesse de farmácias na Figueira da Foz, Viana do Castelo ou Beja, para avançar num primeiro momento para o novo modelo, avançou ao jornal Público a Associação Nacional de Farmácias.



O fim das receitas em papel é um projeto antigo e que já foi preconizado por outros governos, mas demorou a concretizar-se. Nos planos definidos pelo atual executivo deveria ter acontecido até final de 2013.


Este novo Sistema da Receita Eletrónica Sem Papel permite às farmácias aderentes consultarem a prescrição feita pelo médico recorrendo apenas ao número de cartão de cidadão ou número de utente. Quem ainda não tiver cartão de cidadão não fica, no entanto, impedido de tirar partido do sistema.


O objetivo da desmaterialização é tornar o processo mais seguro e menos permeável a situações de fraude, que em 2014 terão lesado o Estado em qualquer coisa como 340 milhões de euros.


A desmaterialização será também uma ajuda no combate ao desperdício, já que o doente passa a poder levantar os medicamentos prescritos numa mesma receita em mais do que um momento.





Nos próximos seis meses espera-se que a generalidade das farmácias tenha condições para aviar receitas eletrónicas. Os leitores de cartão de cidadão, necessário para confirmar a identidade dos doentes e fornecer acesso à informação nas receitas começaram esta segunda-feira a ser distribuídos nas farmácias, indica o DN, citando o Ministério da Saúde.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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