Apesar dos esforços e dos inúmeros processos instaurados pela indústria discográfica, cinematográfica e empresas de software, o número de sites de troca de ficheiros continua a aumentar sem dar sinais de fraqueza, afirma um estudo da Websense.



Sob acusações de pirataria e de estarem a prejudicar as vendas e, por conseguinte os artistas e ou os autores do produto em questão, os responsáveis destes sites, cujo mais conhecido será o actualmente encerrado Napster, conseguem atrair milhões de cibernautas que acedem regularmente a serviços como o Kazaa e o Morpheus Music City.



Segundo um estudo de mercado levado a cabo pela empresa norte americana que actua na área das tecnologias, Websense, o número de sistemas de partilha de ficheiros – P2P ou peer-to-peer – é actualmente de 38 mil, mais 535 do que há um ano. Outra conclusão apresentada neste estudo refere que a troca P2P está de tal maneira implementada que mesmo no local de trabalho os funcionários utilizam a velocidade da ligação da empresa para fazer o download de músicas ou software.



Perante estas conclusões a Websense deixa o aviso de que na sua empresa poderão estar a ocorrer casos de violação de direitos de autor o que pode resultar em processos legais.



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