Os internautas estão a virar-se para as redes sociais e a demitir-se da produção de conteúdos para partilha na Web, revela um relatório publicado esta semana pela Forrester Research.

De acordo com as conclusões preliminares da análise, agora divulgadas, o número de utilizadores de serviços como o Facebook, Twitter, LinkedIn, Hi5 ou MySpace continua a aumentar, enquanto a percentagem daqueles que escolhem contribuir para a publicação de conteúdos online não regista qualquer crescimento entre 2009 e 2010.

A tendência verifica-se à escala global, sendo que em nenhum dos mercados considerados se verificou qualquer aumento do número de produtores de conteúdos. Olhando para a utilização das redes sociais, verificamos que na Europa este tipo de serviços viram o número de novos utilizadores crescer 11 por cento no espaço de um ano.

A China é o mercado onde o crescimento é mais acentuado, registando-se um aumento de 18 por cento nos novos registos. Outra das zonas geográficas de referência, os Estados Unidos, apresenta também um crescimento de 8 por cento entre as adesões a este tipo de sites.

O estudo, denominado A Global Update of social Technographics, reúne dados de mais de 275 mil consumidores, nas regiões da Ásia e Pacífico, Europa e América do Norte e identifica as redes sociais como "uma das maiores tendências observadas" na análise.

A par deste crescimento assiste-se à estagnação da criação, o que de acordo com os analistas pode traduzir-se numa "falta de novas ideias, conteúdos e perspectivas", sendo apontado como ilustrativo o comportamento dos consumidores norte-americanos: um terço assiste a vídeos no YouTube, mas apenas 10 por cento fazem upload de vídeos para sites públicos destinados à partilha dos mesmos.

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