Call of Duty: Warzone é o mais recente jogo da Activision e da Infinity Ward. Trata-se de um battle royale, inteiramente gratuito, que comporta lutas pela sobrevivência em arenas com 150 jogadores em simultâneo. O título tem sido muito bem recebido pela comunidade de jogadores, mas apesar do sucesso, faltava-lhe uma coisa que vai ser adicionado já de seguida: um modo solo.

Até agora, para jogar Warzone teria de o fazer em equipa. Isto não significa que tinha de estar conectado a um conjunto de amigos para iniciar uma partida, mas que seria sempre alocado a um grupo de jogadores para disputar a batalha em conjunto. Quem joga online sabe perfeitamente o que isto, regra geral, significa: desorganização, falhas de comunicação, barreiras de linguagem e colegas de equipa muito barulhentos, que tendem a não saber retirar o som dos microfones.

Os jogos eram, até à data, disputados por 50 equipas de três elementos, mas o modo solo permite-lhe agora jogar sozinho. A adição é certamente bem-vinda e uma boa surpresa para os fãs do género, que tiveram de esperar meses por uma atualização semelhante em jogos como o Apex Legends.

Todas as dinâmicas do Warzone mantêm-se neste novo modo. No entanto, no Gulag, que é a zona onde se decide se um jogador volta automaticamente à arena depois de ser abatido ou fica em stand-by à espera que a equipa o reanime, os participantes passam a ter apenas dois caminhos possíveis: ou voltam à arena depois de ganhar um duelo contra um outro inimigo abatido, ou são expulsos da partida em caso de derrota.

Call of Duty: Warzone já tem 15 milhões de jogadores. O jogo foi lançado na terça-feira, dia 10 de março.

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