O Conselho Nacional da Juventude (CNJ) defende que o Estado deveria criar uma rede virtual, aberta à participação de todos os portugueses.

O conceito República 2.0 faz parte das “20 propostas Jovens para Portugal” que vão ser apresentadas esta terça-feira, em Lisboa, por aquela plataforma e tem por objectivo lutar contra o afastamento dos jovens da vida política e promover a participação efectiva dos cidadãos.

Em declarações à Lusa o presidente do CNJ, Tiago Soares, explicou que com o República 2.0 “não só os jovens, mas todo e qualquer cidadão poderia participar na discussão de qualquer temática da actualidade, contribuindo activamente para as discussões que estejam a decorrer nos órgãos de soberania”.

A proposta da CNJ é a de que todos os órgãos de soberania criem plataformas digitais, como as redes sociais do Facebook ou do Twitter, que permitam a participação de todos, "melhorando a relação entre cidadãos e instituições e promovendo uma verdadeira democracia participativa", explicou.

"A forma como os cidadãos têm estado envolvidos nas polémicas através do Facebook e do Twitter - onde toda a gente participa e faz comentários - demonstra que esta é uma forma de acabar com o tal afastamento entre os jovens, instituições e vida política", sublinhou Tiago Soares.

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