Atualmente é bastante comum um utilizador recorrer a motores de pesquisa especializados, como o Expedia, para planear e comprar a sua próxima viagem. Além de voos de dezenas de companhias aéreas, estes sites agregam informações sobre hóteis, aluguer de carros entre outros serviços.

Agora a Lufthansa quer colocar um travão na tendência. A empresa alemã vai cobrar uma taxa de 16 euros em todas as viagens que forem compradas em canais online que não pertencem à empresa. O objetivo é claro: reduzir despesas e “redirecionar” os utilizadores a optarem pelo site da companhia.

A redução de despesas acontece pois todas as companhias áreas pagam uma taxa aos sites agregadores de voos por cada reserva feita, o que ao final do ano representa um encargo de milhões para muitas companhias áreas. Já o convite para fazerem a compra no site oficial abre portas para que a empresa possa vender serviços extra que nos agregadores não são comunicados.

Em nota de imprensa a Lufthansa esclarece que as agências de viagens ficarão livres destes encargos, mas desde que façam as reservas online num portal oficial da empresa.

A taxa entra em vigor já este ano, passando a ser válida a partir de 1 de setembro.

Quer isto dizer que se, por exemplo, comprar um bilhete da Lufthansa numa plataforma que não faz parte dos domínios da empresa e que custava, imaginando, 100 euros, o preço final passa a ser 116 euros.

Resta saber como será recebida a nova estratégia da empresa numa altura em que os portais agregadores de informação sobre destinos de viagens e respetivas deslocações são cada vez mais populares, sobretudo numa altura em que muitos clientes procuram as tarifas mais baixas.

Mas caso venha a ser bem sucedida na sua ideia, é fácil de imaginar que num curto espaço de tempo outras companhias aéreas possam arriscar na mesma estratégia.

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