Seis em cada 10 crianças admitem que já passaram por más experiências online. Metade assume ter sentido alguma responsabilidade pelos acontecimentos menos positivos de que foi vítima e um quinto lamenta acções que já teve na Internet.



Os sentimentos desencadeados pelas situações menos positivas são ficar zangado, chateado, com medo ou preocupado, por ordem de resposta, sendo que todas foram apontadas por mais de trinta por cento dos inquiridos.


Uma maioria das crianças - sete em cada 10 - assegura que numa situação de risco, online, pediria ajuda aos pais, se bem que 20 por cento reconhece que os pais não têm "qualquer ideia" do que os filhos fazem online e mais de metade acredita que sabe proteger-se melhor dos perigos online que os próprios país.



Na prática, no entanto, só 45 por cento dos pais sabem de facto que os filhos têm más experiências online, porque subestimem a quantidade de informação a que estes têm acesso e os perigos que podem resultar da informação que estes descarregam para o PC.



O estudo patrocinado pela Symantec foi realizado com base nas respostas de 2.800 crianças e 7.000 adultos em 14 países (Portugal não incluido). Ao longo dos anos tem chegado a algumas conclusões curiosas e percebido uma crescente sintonia entre pais e crianças no que se refere à utilização da Internet. Se em 2008 o estudo concluía que as crianças passavam quase 10 vezes mais tempo online do que aquele que os pais pensavam, no ano passado essa diferença foi reduzida e este ano praticamente não existe.



A empresa de soluções de segurança deixa alguns conselhos aos pais, que considera úteis na protecção das crianças online. São eles:



- Prepare os seus filhos para boas e más experiências on-line - não espere até que alguma coisa aconteça.

- Sublinhe a importância de pensar antes de clicar ou transferir.

- Utilize um identificador de websites perigosos para ajudar a identificar se um website é seguro ou inseguro.

- Deixe que os seus filhos saibam que o que lhes acontece on-line é uma responsabilidade partilhada - as crianças não podem ter toda a responsabilidade do que lhes acontece on-line.

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