
Um novo relatório da Kaspersky revela que, em 2023, mais de 31 mil pessoas em todo o mundo foram afetadas por stalkerware, num aumento de quase 6% em comparação com 2022. Na Europa, estima-se que 3 mil pessoas tenham sido impactadas por esta ameaça.
Olhando para o panorama mundial, a Rússia (9.890), o Brasil (4.186) e a Índia (2.492) afirmam-se como os países mais afetados. Do Top 10 fazem também parte países como Irão, Turquia, Indonésia, Estados Unidos, Iémen, México e Alemanha.
Clique nas imagens para ver com mais detalhe
Já na Europa, depois da Alemanha, que lidera o Top 10 de países mais afetados, seguem-se a França e o Reino Unido. Portugal é o décimo país europeu mais impactado por stalkerware.
De acordo com os especialistas da Kaspersky, em 2023, o número total de utilizadores europeus únicos afetados desceu para 2.645. Por comparação, em 2022, contavam-se 3.158 utilizadores únicos afetados na Europa.
Os dados avançados pelo relatório da empresa de cibersegurança, cerca de 21% dos portugueses já foram vítimas de perseguição digital, ou suspeitam ter sido. 8% dos inquiridos portugueses afirmam já ter sido perseguidos, ou suspeitaram ter sido, através de aplicações móveis e 5% através de dispositivos de tracking.
A ideia de monitorizar um parceiro sem o seu conhecimento é desaprovada pela maioria dos inquiridos em Portugal (72%) e a nível mundial (54%).
Por outro lado, 12% dos inquiridos a nível global admitem instalar ou definir parâmetros no telemóvel dos seus parceiros e 9% reconhecem ter pressionado o parceiro a instalar aplicações de monitorização. Em Portugal, estes valores descem para 5% e 4%, respetivamente.
Pergunta do Dia
Em destaque
-
Multimédia
Xiaomi "ataca" Porsche e automóveis de alta cilindrada com o elétrico SU7 Ultra abaixo dos 70 mil euros -
App do dia
Mister Antonio: Salte entre planetas e resolva desafios para agradar a um gato muito exigente -
Site do dia
Tem uma montanha de tarefas pela frente? Esta extensão ajuda a manter tudo organizado a partir do browser -
How to TEK
Aumente a privacidade e “tape os ouvidos” ao seu smartphone
Comentários