Espreitar o mundo a partir do Google Maps é bom, mas não muito perto nem com vistas de 360 graus das ruas, defende a Privacy International, uma organização de defesa da privacidade que entregou uma queixa ao gabinete britânico da Informação, mas que não teve uma resposta favorável.
A introdução do serviço Street View da Google no Reino Unido tem sido acompanhada de polémica com o pedido para retirar imagens de casas e de ruas, entre as quais se conta a de um homem que saia de uma sex shop, o que fundamentou a queixa da organização de privacidade.
A resposta do ICO (Information Commissioner's Office) afasta qualquer reclamação de ilegalidade em relação ao serviço e adianta que não vai desenvolver nenhuma acção contra a Google. O organismo garante porém que está a acompanhar o tema mas que não encontra nenhuma ligação clara de que a comunidade considere o Street View particularmente danoso.
O pedido da Privacy International de que a Google deveria obter a autorização das pessoas para a recolha de imagens foi também recusado, com o argumento de que não é necessário ter o consentimento para este tipo de serviços.
O serviço Street View foi lançado em 2007, inicialmente com apenas algumas cidades norte-americanas, mas tem vindo a ser alargado. No lançamento do Google Maps para Portugal a empresa não revelou os planos para disponibilizar este serviço a nível nacional.
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