Preocupações relacionadas com as questões de privacidade e a tentativa de combater o vício da internet estão entre as principais razões que levam ao "suicídio virtual", ou seja, à eliminação dos perfis nos social media, refere um artigo publicado no jornal Cyberpsychology, Behavior, and Social Networking.

Os investigadores da Escola de Psicologia da Universidade de Viena chegaram a esta conclusão comparando mais de 300 ex-utilizadores de serviços como o Facebook, o Google+ ou o Twitter com outros 300 internautas que continuam a "alimentar" os seus perfis nas redes sociais.

Além disso, os "suicidas virtuais" têm tendência a ser do sexo masculino e, em média, mais velhos do que aqueles que permanecem ativos.

A par das questões relacionadas com a privacidade e a proteção de dados e com o demasiado tempo gasto online, quem elimina os seus perfis nas redes sociais também menciona aspetos negativos como a pressão social de ter amigos, de ser "comentado" e de ter gostos nas publicações.

Acrescentam-se igualmente aos rol de motivos a insatisfação geral com a rede social em questão e com vários outros aspetos, como a perda de interesse e o spam.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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