O recurso à tecnologia é referido no relatório como uma preocupação crescente, nomeadamente a utilização das chamadas darknets, redes que permitem a navegar online. Entre as técnicas que estão a dificultar o trabalho das autoridades policiais estão também os drones, cada vez mais baratos de adquirir ou desenvolver.

É verdade que os criminosos sempre conseguiram de tirar partido da tecnologia, “mas a taxa de inovação tecnológica e a capacidade das redes de crime organizado se adaptarem a esta tecnologia tem aumentado progressivamente ao longo dos últimos anos”, destaca Rob Wainwright, diretor da Europol, em comunicado.

A Europol considera que o aumento de 28% registado desde 2013 até à data de grupos de crime organizado se deve, em parte, ao “surgimento de grupos mais pequenos e de empreendedores individuais que se dedicam a atividades criminosas, sobretudo promovidas online”.

Por tudo isto, a agência europeia recomenda a necessidade de maior foco em crimes que envolvem a tecnologia, em particular, a fraude de documentos, a lavagem de dinheiro, e o tráfico de serviços e bens ilegais online. Estas são áreas apontadas como estando na base crimes organizados como o tráfico humano e o narcotráfico.

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