Há publicações, como o Le Parisien e o L'Équipe, que impedem totalmente o acesso dos visitantes que usem os chamados adblockers. Outros, como o Le Monde ou o L'Express, optaram por apresentar alertas e enviar mensagens quando detetam utilizadores que tenham adblockers instalados. Pedem que a extensão seja desativada ou que o site passe a ser incluído na lista de “autorizados” para mostrar publicidade.
Os jornais e o serviço de streaming Deezer, que também participa na campanha, lembram que a publicidade é uma forma de viabilizar o acesso aos internautas que não são assinantes dos serviços e alertam para o seu “caráter indispensável (…) como uma fonte de rendimento”.
Em França, os resultados de um estudo recente apontam para que um em cada três internautas utilize adblockers para navegar na Internet. Os valores disparam para mais de metade quando se analisa o perfil de visitantes da faixa etária entre os 16 e os 24 anos.
Um editorial publicado no L’Express esta segunda-feira, quando a campanha que decorre ao longo da semana foi lançada, alerta que “os bloqueadores de anúncios não são anjos” e que muitos deles cobrando somas bastante altas às redes de anunciantes para que possam integrar a lista de anúncios permitidos.
O jornal reconhece que há um problema na forma como a publicidade é produzida hoje em dia e que a indústria da publicidade já está consciente do impasse e a trabalhar numa solução “positiva para todos, fornecedores de conteúdo e público”.
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