Foi hoje apresentado oficialmente o Via CTT, um serviço que permite a utilizadores individuais e empresas receberem correspondência electrónica de um conjunto de entidades previamente autorizadas. O serviço chega ao mercado com quase uma dezena de parcerias firmadas e um investimento de 2,5 milhões de euros, revelou hoje Mário Lino ministro dos transportes, obras públicas e comunicações.



O Via CTT pode apenas ser usado pelos correios que passam a usar o endereço electrónico de cada cidadão aderente ao serviço para entregar correspondência, para já, da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Barclays, Banco Privado Portguês, Santander Totta, EDP, EPAL, Portugal Telecom, Unicre, Vodafone, entidades aderentes ao projecto.


Sem custos de adesão para o utilizador, o Via CTT pode ser subscrito através da Internet, telefone (808202029) ou nas lojas dos CTT. Cabe ao utilizador decidir de que entidades pretende receber correspondência electrónica através deste endereço que apenas pode ser usado nestes moldes, não podendo ser fornecido a terceiros como endereço de email.



Fornecidos os dados necessários, o utilizador receberá pelo correio a sua chave de activação que garante o acesso ao serviço e lhe permitirá configurar o tipo de correspondência a receber online, forma de organização das facturas guardadas, efectuar pagamentos na hora ou programados ou definir alertas que podem ser recebidos por email, correio físico ou SMS.



Toda a correspondência recebida por esta via pode ser arquivada em formato PDF ou CSV e será guardada por um período de dois anos, após o qual o cidadão terá a possibilidade de efectuar o seu download.



Para fazer pagamentos através do Via CTT o utilizador terá de fornecer o seu NIB, que será confirmado junto do banco por forma a tornar a funcionalidade disponível. Por outro lado, a impressão da factura permitirá que esta seja paga através de qualquer uma das formas tradicionais hoje disponíveis.



À margem da apresentação pública Luís Nazaré, presidente dos CTT, explicou ao TeK que os níveis de adesão ao serviço condicionarão a decisão dos correios em avançar com novos pontos de acesso à Internet nas estações de correios. Recorde-se que ainda hoje o Sindicato dos Trabalhadores das Comunicações adiantou que o serviço não é viável por existirem apenas 150 computadores acessíveis ao público nas cerca de 1000 estações de correios do país.



Luís Nazaré escusou-se a avançar uma previsão relativamente ao número de adesões previstas. A prazo está planeada a adesão de novas entidades a este serviço de uso facultativo, entre elas entidades públicas.



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