As mensagens eletrónicas indesejadas continuam a fazer parte do quotidiano dos internautas. Seja na caixa de email ou nas redes sociais, continuam a surgir perante os utilizadores muitas mensagens não solicitadas. Algumas das quais são até potencialmente perigosas – as mensagens associadas a esquemas de phishing.



De acordo com o relatório mundial da Kaspersky para o segundo trimestre do ano, o spam cresceu 2,2% quando comparado com os números dos primeiros três meses do ano. Revela a empresa russa que por cada dez mensagens eletrónicas enviadas, quase sete eram spam.



De todas as empresas do mundo a Yahoo! foi a que mais sofreu com o correio eletrónico indesejado, tendo o seu nome sido associado a um grande número de mensagens – 30,96%. A Google surge na segunda posição com 8,68%, um pouco mais do que os 8,1% registados pelo Facebook.



A rede social de Mark Zuckerg lidera no entanto no panorama das plataformas sociais. Mais de metade do spam mundial enviado em redes sociais aconteceu no Facebook, seguido de dois serviços russos: o Odnoklassniki e o V-Kontakt. O Twitter surge apenas na quarta posição com 8% do spam “social” - apesar do grande número de bots que a plataforma alberga.



Entre os países que geram mais spam os EUA destacam-se ao serem responsáveis por 13% do spam mundial, seguidos da Rússia com 6% e do Vietname com 4,9%.



No relatório da Kaspersky destaque ainda para o Mundial de Futebol do Brasil que “foi usado ativamente tanto na publicidade a artigos, como no spam malicioso e no phishing”. Em comunicado a empresa de segurança revela que “o volume de spam malicioso enviado no Brasil no segundo trimestre multiplicou-se por 2,5 em comparação com o primeiro trimestre”. Ainda por causa da Copa do Mundo, o Brasil foi o país que recebeu o maior número de mensagens de phishing entre abril e junho deste ano.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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