Numa primeira fase, avança hoje o Financial Times, o sistema será aplicado apenas a um número limitado de canais e entrará em vigor só para os Estados Unidos, mas a prazo o modelo deve ganhar abrangência.
O novo modelo de subscrição cobrará um valor mensal e segundo a informação disponível será aplicado a cerca de 50 canais de conteúdos exclusivos, com séries ou filmes, por exemplo. O preço que o YouTube planeia aplicar a uma subscrição mensal será de 1,99 dólares.
Um responsável do YouTube disse recentemente ao Mashable que a empresa estava a trabalhar numa plataforma de subscrição que permitisse melhorar a oferta de conteúdos e tornar mais interessante para os produtores de conteúdos a relação com o serviço de vídeos.
Na mesma declaração o responsável admitiu que muitos produtores de conteúdos veem no modelo de subscrição a forma justa de dar acesso aos seus produtos, pelo que se a plataforma avançasse com uma solução desse tipo, permitindo maior geração de receita para os parceiros, melhoraria a oferta.
Na área de serviços pagos, o YouTube já conta com um serviço de aluguer de filmes, que também se estreou nos Estados Unidos. Ao longo dos últimos meses a introdução de um modelo de subscrição tem sido um rumor frequente, na lista de possíveis novos lançamentos do serviço de vídeo.
Informações também sem confirmação indicam igualmente que o lançamento de uma plataforma de serviços pagos pelo YouTube seria também usado pelo canal da Google para estrear o seu próprio serviço de música em streaming.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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