A novidade ficou reservada para o final do painel que discutiu o tema das cidades inteligentes e não podia estar mais relacionada: a APDC avançou para a criação de uma secção específica que vai ficar encarregue de estudar e pensar o assunto das smart cities. E o aparecimento deste novo grupo de trabalho dentro da associação surge como "resposta ao interesse crescente que este tema tem vindo a tomar", salientou o presidente da entidade, Rogério Carapuça.

A secção das smart cities é uma iniciativa da própria APDC pelo que o arranque oficial foi carimbado com a assinatura da ata da reunião em que esta nova iniciativa da entidade foi decidida. José Rui Felizardo é a pessoa que vai ficar responsável pela cordenação deste grupo de trabalho e perante a audiência já definiu o seu objetivo: a associação quer fazer com que qualquer pessoa possa acreditar no conceito de cidade
inteligente, independentemente dos desafios que estão associados ao tema.

O responsável adiantou ainda que é objetivo "criar um espaço de inteligência coletiva" entre diversas entidades e disse estar consciente dos desafios que se avizinham, mas que para isso conta "com a colaboração de todos" os principais agentes deste campo de atividade.

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