Nos próximos dois anos a indústria das telecomunicações, media e entretenimento (TME) terá de gerar novas fontes de receita, optimizar estruturas de custo e preparar-se para uma nova onda de convergência. Estes são alguns dos alertas deixados pela Capgemini em mais um TechnoVision.

Num primeiro ponto, a consultora considera que os desenvolvimentos registados no acesso às tecnologias e dispositivos permitem às empresas criar ofertas de serviços multimédia altamente personalizados.

Por outro lado, a crescente digitalização dos media, em paralelo com o crescimento das capacidades dos dispositivos e das velocidades de rede garantem aos clientes múltiplos pontos de encontro com as empresas de TME.

A mudança na natureza dos serviços, por sua vez, vai exigir aos players das TME que procurem fontes de inovação fora das suas organizações.

A maior parte dos operadores de telecomunicações, diz a Capgemini no relatório, está a endereçar esta questão criando um cluster - muitos abrem as suas redes e dados de uma forma controlada à comunidade de desenvolvimento através de Open Application Programming Interfaces (APIs).

O novo ambiente exige igualmente um maior nível de agilidade aos operadores, requerendo que adoptem soluções "on-the-fly", ou seja, processos e soluções de TI que lhes possibilitem responder à mudança em tempo-real.

É igualmente deixada uma chamada de atenção relativamente ao facto de existirem cada vez mais telecoms a darem em outsourcing a gestão da sua rede e das TI a fornecedores de ofertas "Sector-as-a-Service", soluções que lhes permitem concentrar-se na criação de serviços e gestão dos clientes, e logo melhorar a eficiência operacional, considera a Capgemini.

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