Um grupo de 58 empresas tecnológicas está a protestar contra o novo documento que visa vetar a entrada nos Estados Unidos de refugiados e muçulmanos provenientes do Irão, da Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen. O Iraque, que contava desta lista de países, foi retirado nesta última versão do decreto que foi já bloqueado por um juiz federal do estado do Havai.

Esta frente de empresas do universo tecnológico, que inclui nomes como a Lyft, a Dropbox, a Airbnb, a Electronic Arts, a Kickstarter ou a Pinterest, assinou um documento de apoio (amicus curiae) à ação tomada pelo juíz contra a decisão de Trump. O grupo pede que seja imposta uma ordem de restrição temporária sobre o decreto do executivo norte-americano uma vez que, aplicado, "poderá causar danos significativos e irreparáveis nas empresas e nos seus empregados".

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Esta não é a primeira vez que a indústria se une contra Donald Trump. Já em fevereiro, 97 empresas do sector preencheram um documento semelhante contra a versão original deste veto. Na altura, empresas como a Apple, a Google, a Microsoft, Netflix, Spotify e Uber contavam da lista de signatários.

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