A poucas horas de a Google revelar os dados financeiros referentes ao segundo trimestre do seu ano, duas fontes do departamento financeiro da empresa afirmaram ao Wall Street Journal que os resultados obtidos com o YouTube ficaram aquém das expectativas.




Os números, provenientes das receitas publicitárias, não são suficientes face aos objectivos da Google, já que, no total, não devem ultrapassar os 127 milhões de euros em 2008.




Actualmente, a facturação da plataforma em publicidade resulta exclusivamente dos anúncios - aprovados pelas empresas e parceiros do YouTube - anexados a alguns vídeos alojados no canal. Esta fatia de vídeos representa apenas 4 por cento do total de conteúdos disponíveis no portal, já que a larga maioria é produzida de forma independente por internautas registados.




Para contrariar esta tendência, espera-se que a Google diminua o número de vídeos em que vende anúncios, dados os problemas de violação de direitos de autor com que se tem debatido, e altere o timing de apresentação dos anúncios, passando a colocar o excerto no início e no final do clip.




Contudo, esta medida não é encarada com bons olhos pelos utilizadores uma vez que aumenta o tempo de espera até os vídeos seleccionados começarem a ser reproduzidos e deita por terra a experiência original do YouTube.




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