Praticamente poderíamos colar os resultados do dia de ontem para o 143º dia do leilão 5G. Apenas uma diferença de 2.000 euros na subida de hoje, quando comparado com a observada ontem. Nas 12 rondas de licitações de hoje registou-se um aumento de 698 mil euros (ontem aumentou 696 mil) e todas na mesma categoria J, a que tem sido mais concorrida nos últimos meses, correspondente à faixa dos 3,6 GHz.

Contas feitas, durante a fase principal, o encaixe potencial é agora de 344,064 milhões de euros, mas se considerarmos a soma do valor correspondente aos novos entrantes (84,351 milhões), dá um total de 428,415 milhões de euros.

Apenas 11 lotes sofreram mexidas de valorização, todas na casa de 1%, exceto a J11, a única a aumentar 2%. Este é também o lote que mais cresceu, o primeiro a tocar nos 380%, mas os restantes lotes da categoria J já ultrapassaram os 370%.

Veja na galeria os detalhes das licitações de hoje:

Se de um lado continua o leilão a conta gotas, que já mereceu críticas do governo, por outro, as operadoras continuam a demonstrar o potencial do 5G. Recentemente a NOS equipou a Costa da Caparica com um sistema de vigilância baseado em 5G, para demonstrar como poderão ser as praias do futuro suportadas pela quinta geração móvel.

Portugal já está na cauda da Europa em relação à adoção da tecnologia,  com a larga maioria dos países a terem já feito a atribuição das licenças e avançado com ofertas comerciais de tecnologia 5G.

Os riscos do atraso, em termos económicos e sociais, têm sido apontados pelos operadores, o regulador e o Governo, mas parece não haver forma de desbloquear uma situação que se arrasta há vários meses e que pode empurrar o lançamento dos serviços para 2022.

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