A Hewlett-Packard fechou o seu segundo trimestre fiscal, que terminou a 30 de Abril, com lucros na ordem dos 1,775 mil milhões de dólares, ou seja, 1,311 mil milhões de euros. Os resultados representam uma quebra de 6,5 por cento face aos valores obtidos há um ano, informa a empresa justificando que os números do ano passado foram valorizados por ganhos em créditos tributários.



Mesmo assim, a facturação da HP ascendeu aos 25,534 mil milhões de dólares, cerca de 18,8 mil milhões de euros, subindo 13,2 por cento em relação ao período homólogo. Este aumento está relacionado com crescimento de 24 por cento das receitas da divisão de sistemas pessoais provenientes da subida das vendas de computadores pessoais ao longo do trimestre.



O relatório da empresa informa que a unidade de imagem e impressão aumentou o volume de vendas em seis por cento, enquanto que a divisão de serviços cresceu sete por cento, a de servidores oito por cento e a de software 58 por cento (devido à aquisição da Mercury Interactive).



Os resultados financeiros por área geográfica indicam que as receitas da empresa aumentaram 11 por cento no mercado americano, 14 por cento na Europa, Médio Oriente e África e 16 por cento na região Ásia Pacífico.



Mark Hurd, presidente da HP, salientou o aumento de 3 mil milhões de dólares (2,216 mil milhões de euros) na facturação do grupo, embora admita que "ainda existe muito trabalho pela frente".



Para o próximo trimestre o responsável da empresa prevê obter um valor de vendas entre os 23,7 mil milhões de dólares e os 23,9 mil milhões de dólares (17,5 mil milhões de euros a 17,66 mil milhões de euros). A HP informa ainda que pode atingir pela primeira vez este ano os 100 mil milhões de vendas.



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