"O resultado líquido situou-se em 67,8 milhões de euros", sendo que "este valor incorpora um efeito extraordinário de 22,2 milhões de euros", adianta a empresa em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
"Sem este efeito, os resultados da NOS situar-se-iam nos 45,7 milhões de euros, um crescimento de 30,6%", refere a operadora.
Em igual período, as receitas consolidadas avançaram 5,7% para 403,3 milhões de euros.
"As receitas de telecomunicações progrediram 5,4% para 389 milhões de euros, refletindo o aumento do número de serviços" e "as receitas de cinema e audiovisuais aumentaram 11,6% para 22,8 milhões de euros", acrescenta a NOS.
O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) "melhorou 6,3% face ao primeiro trimestre de 2023, para 184,5 milhões de euros".
A operadora liderada por Miguel Almeida salienta ainda que "o número de serviços aumentou 197 mil face ao período homólogo, atingindo 11,068 milhões".
Os subscritores móveis progrediram 2,6% para 5,96 milhões e os de televisão cresceram 0,3% para 1,67 milhões.
As casas passadas (com rede fixa de última geração da NOS) evoluíram no trimestre 3,1% para 5,490 milhões (mais 166 mil do que no primeiro trimestre de 2023).
Nos primeiros três meses do ano, "a NOS vendeu mais de 1,7 milhões de bilhetes de cinema, um crescimento de 14,7% face ao primeiro trimestre de 2023", tratando-se do melhor primeiro trimestre de 2019.
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