Chama-se Meta Boost Guide to Green e é um programa de formação direcionada às Pequenas e Médias Empresas portuguesas para as ajudar a tornarem-se mais sustentáveis. A iniciativa, que tem uma parceria com a ANPME, pretende ajudar ao combate das alterações climáticas, para isso na redução das emissões, assim como escalar os negócios de forma mais sustentável para o meio-ambiente.
O programa da Meta visa o desenvolvimento de formações e recursos para ajudar as empresas a tomarem as medidas eficazes para combater as alterações climáticas. E o programa insere-se no programa que a tecnológica tem expandido de forma global, tendo já alcançado mais de 1,3 milhões de PMEs. O Meta Boost Guide to Green foi lançado oficialmente hoje, com workshops de formações para PMEs e sugestões de como introduzir mais sustentabilidade para o centro do negócio, através de aplicações da Meta.
A associação das PME acredita que é importante, mas também urgente, discutir as questões de sustentabilidade e o desenvolvimento sustentável, porque as questões ambientais estão a afetar o planeta. E que isso passa pela educação e formação, como determinantes nesse combate, por ajudar a motivarem-se a modificar e adaptarem os seus comportamentos.
No seu relatório de sustentabilidade das PME, a Meta refere que, de forma individual, as ações climáticas podem ter um impacto pequeno, as quando reunidas, estas têm um poder coletivo imenso. Isto porque as PMEs representam 99% do tecido empresarial da União Europeia, contribuindo com mais de metade do PIB europeu. Da mesma forma, estas são também responsáveis por 63% das emissões de carbono na Europa. E a Meta acredita que as ações destas empresas podem depois influenciar as decisões dos restantes negócios e comunidades em redor.
Num outro relatório realizado com a Accenture, os dados mostram que 69% das PMEs precisam de fundos externos para se tornarem mais sustentáveis. E isso contrasta com as iniciativas verdes, cujo apoio financeiro é inferior a 3%, num conjunto de 90 países. Já 63% das PME atrasaram as medidas de ação climáticas por falta de competências e conhecimento. E 40% referem que a falta de tempo as atrasou a introduzir medidas mais sustentáveis.
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