O Web Summit é um local (senão mesmo “o” local) onde as startups podem aspirar a pôr de lado as “rodinhas de apoio” e em conseguir investidores para poderem fazer crescer os seus negócios. Os pavilhões da Feira Internacional de Lisboa (FIL) enchem-se de jovens empreendedores - e também de alguns aspirantes a empresários já com alguns cabelos brancos - que procuram mostrar o que de melhor sabem fazer.

Desde startups que se especializam em processos de criogenia de legumes e vegetais e que não querem ter lojas físicas, mantendo-se somente na internet, como a portuguesa INIU, até startups que querem revolucionar o software da realidade virtual ou reinventar a forma como exercitamos os nossos músculos, como a sul-coreana CORE.

Em suma, o espírito do empreendedorismo está mesmo por todo o lado e é impossível ficar indiferente à azáfama e à vontade de ir mais longe. Mas para chegar ao topo da colina é preciso ainda escalar alguns "montes íngremes". E para isso é preciso capital.

Depois de termos ouvido repetentes (e não repetentes), o TEK andou pelos corredores do Web Summit a falar falou com algumas startups que fazem parte da categoria Alpha, ou seja, que até ao momento não conseguiram arrecadar mais de 500 mil euros em investimentos. Percebemos que as “dores de crescimento” ainda são várias, mas há uma que se destaca e que é denominador comum a grande parte destas startups: falta de investimento.

Para contornar este problema, este jovens negócios tendem a optar por modelos desmaterializados, ou seja, em que não dependem de instalações físicas, fazendo negócio diretamente na internet. Este modelo de negócio permite poupar bastantes recursos financeiros - que, pelo menos numa fase inicial escasseiam - e concentrar esforços noutras vertentes do negócio, como a comunicação e o contacto com o público.

Além disso, os parceiros também são uma peça fundamental no crescimento dos pequenos negócios, porque permitem que as jovens empresas possam capitalizar sobre os recursos dos parceiros e escalar os seus negócios.

Fica provado que o Web Summit é um evento completo em que se pode arranjar dinheiro, fazer contactos, estabelecer parcerias de negócio ou ver robots a prever o futuro do mercado de trabalho dos humanos.

O Web Summit decorre até dia 9 de novembro e o TEK está a acompanhar os momentos mais importantes, nomeadamente em imagens. Veja a edição de 2017 do evento "por dentro".

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