O resultado operacional líquido (ebit), por sua vez, foi de 1.688 milhões de euros, o que correspondeu a uma queda de 27%, refere a Nokia em comunicado.
As vendas líquidas atingiram 22.258 milhões de euros, tendo-se observado uma queda homóloga de 11%.
A tecnológica finlandesa, um dos maiores fabricantes mundiais de redes de telecomunicações a par da chinesa Huawei e da sueca Ericsson, apresentou um prejuízo de 33 milhões de euros no quarto trimestre do ano passado, contra um lucro de 3.152 milhões de euros no mesmo período do ano anterior.
No seu balanço, a Nokia sublinha que, embora o trimestre tenha sido "difícil", há agora "sinais de estabilização" graças a uma evolução positiva das encomendas.
O lucro operacional entre outubro e dezembro do ano passado foi de 547 milhões de euros, ou seja, menos 38% em termos homólogos.
As vendas líquidas ascenderam a 5.707 milhões de euros, o que representou um decréscimo de 23% em relação a igual período do ano precedente.
O gigante finlandês prevê que o ambiente macroeconómico difícil continue no primeiro semestre, mas espera uma "melhoria significativa" no segundo semestre nas infraestruturas de rede, o que contribuirá para um "crescimento sólido" do seu resultado em 2024. As receitas provenientes do licenciamento das patentes do 5G são apontadas como uma forma de ajudar a manter a empresa sustentável nos próximos anos. Ainda ontem fechou um acordo com a Oppo, colocando um fim nas disputas legais.
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