O número de pessoas que recorre ao teletrabalho está a aumentar significativamente na Europa. Um estudo realizado pela International Data corporation (IDC) em quinze países europeus refere que em 2005 existirão 28,8 milhões de teletrabalhadores. Os países incluidos neste estudo foram a Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Holanda, Bélgica, Suécia, Dinamarca, Noruega, Finlândia, Suíça, Aústria, Espanha, Grécia e Portugal.



Segundo a análise efectuada, existem dois tipos de trabalhadores nesta categoria, os móveis que passam pelo menos 20 por cento do seu horário de trabalho fora de casa, do escritório ou de ambos, e os telecommuters que são aqueles que trabalham a partir de casa pelo menos uma vez por semana.


No caso dos trabalhadores móveis espera-se que em 2005 o número aumente dos 6,2 milhões registados no ano passado para 20,1 milhões. Em relação aos telecommuters, que em 2000 eram 3,8 milhões, o número atingirá os 8,7 milhões daqui a quatro anos.


Os países do norte da Europa, e principalmente a Escandinávia e a Finlândia, encontram-se no topo da lista com mais teletrabalhadores. O estudo verificou ainda que em toda a Europa, 45 por cento dos teletrabalhadores são funcionários de firmas grandes, ou muito grandes, nas áreas de negócios, serviços, finança, e saúde.



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