As estatísticas da Spamhaus mostram que os Estados Unidos, a China, a Rússia e o Reino Unido são os principais países responsáveis pelo envio de spam. Os números avançados pela organização revelam que 80 por cento das mensagens de correio electrónico não solicitado são provenientes de 200 "spam gangs", ou seja, grupos orientados para o envio de mensagens desta natureza.



Estes grupos contam com a colaboração de entre 500 a 600 spammers que utilizam vários nomes para quebrar as barreiras de protecção e fazer passar os emails na rede. A maioria dos contactos maliciosos já foi catalogada pela organização que habitualmente publica o ranking dos nomes mais perigosos nesta categoria.



Dos spammers presentes na lista da Spamhaus, a vasta maioria costuma ainda mudar de operador, ou até de país, em busca de ISPs com políticas anti-spam menos rígidas, diz a organização no seu site.



Os spam gangs tentam ludibriar as barreiras de segurança fingindo operar a partir de servidores localizados na Ásia ou na América do Sul. Há ainda os casos dos grupos que negam ter influência no envio de spam referindo que as mensagens são enviadas por "clientes inexistentes".



Quando as operações são descobertas estes criminosos mentem aos operadores durante algumas semanas, o tempo necessário para mudar de ISP.



A actualização da lista publicada pela Spamhaus é regular e inclui não só o nome dos spammers já apanhados a infringir as regras anti-spam como também a fotografia e origem de alguns dos utilizadores mais frequentes.



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