Dados recolhidos pela Marktest no âmbito do estudo Consumidor 2004 indicam que quase metade dos residentes no Continente com 15 ou mais anos tem um computador em casa, numa percentagem de 47,7 por cento em relação ao universo estudado.
Nas regiões da Grande Lisboa e Grande Porto a taxa de posse de computador no lar eleva-se a 58,9 e 54,9 por cento, respectivamente, sendo superior à média apurada. O Interior Norte é a região com menor taxa de penetração dos computadores pessoais, que são referidos em apenas 36 por cento dos casos.
Cruzando os dados por faixas etárias, a Marktest indica que é mais frequente os jovens terem computador em casa, com as classes entre 15 e 17 anos e dos 18 a 24 anos a revelarem taxas de 79,2 por cento e 70,6 por cento, respectivamente. Na estratificação social é a classe alta e média alta que tem uma taxa de posse mais elevada, com 82,7 por cento.
Já os quadros médios e superiores e os estudantes são os grupos ocupacionais que registam maiores taxas de penetração de PCs, com 89,3 e de 82,5 por cento, respectivamente.
O estudo da Marktest está em sintonia com os dados revelados ainda esta semana pela UMIC, onde se apurava que cerca de metade das famílias portuguesas possuem PC (49 por cento). O estudo encomendado pela UMIC e pelo Observatório da Inovação e Conhecimento detalhava ainda que 21 por cento dos utilizadores optam por portáteis, contra uma larga maioria que ainda prefere equipamentos desktop.
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