A holding de media, Impresa, cujas operações incluem jornais, revistas, televisão, impressão e distribuição, divulgou os seus resultados relativos ao ano passado onde se destaca uma descida de 13 por dentro em relação a 2000. Em 2001 a Impresa obteve receitas consolidadas na ordem dos 301 milhões de euros enquanto que em 2000 o valor alcançado foi de 346,2 milhões de euros. O resultado liquido foi de 52,2 milhões de euros, menos 22 por cento que o valor registado em 2000.



De acordo com um comunicado do grupo a quebra nas receitas globais deve-se a uma diminuição de 6,2 por cento no investimento publicitário – que desceu de um peso nas receitas totais de 73 por cento em 2000 para 64 por cento no ano transacto –, à descida das audiências da SIC e ao desaceleramento do consumo privado de publicações. A Impresa prevê que no segundo semestre deste ano o investimento publicitário volte a crescer.



Em relação ao EBITDA (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization) consolidado corrente este alcançou os 0,6 milhões de euros, embora, a holding tenha investido 14,8 milhões de euros de custos de reestruturação o que se traduz num EBITDA de 14,2 milhões de euros.



De salientar que 2001 não foi um ano positivo tendo a Impresa levado a cabo um "programa de redução de custos", segundo referem em comunicado de imprensa, – em particular nas áreas da televisão e revistas, tendo sido dispensados 193 funcionários – que permitirá as despesas em 38 milhões de euros este ano.



Neste momento a Impresa está a analisar o estabelecimento de um plano de Stock Options para o qual definiu uma opção de compra num total de 2.100.000 acções.



O passivo remunerado consolidado é neste momento de 123 milhões de euros, enquanto que o saldo positivo de disponibilidades foi reduzido para 5,8 milhões de euros e os capitais próprios também foram reduzidos para 30,5 por cento, obtendo 116,6 milhões de euros no final do ano.



Para 2002 a Impresa espera um reforço do investimento publicitário, associado à recuperação económica, além de pretender vender algumas empresa do grupo que não estão a cumprir os objectivos e fazer face à necessidade de investimento – onde se inclui o reforço da posição accionista da ACJ –, estando neste momento a decorrer algumas negociações nesse sentido.



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