O valor representa uma subida de 1,8% face ao trimestre anterior, ficando apenas 0,3% abaixo das receitas registadas no mesmo período de 2017.
Uma evolução que a empresa destaca como positiva, por praticamente atingir “o ponto de inflexão, mantendo a fortíssima trajetória de recuperação”, dos trimestres anteriores. Uma forte performance do segmento de consumo e um acentuado crescimento na revenda contribuíram para a estabilização dos valores trimestrais, acrescenta.
No fim de setembro, o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA) fixou-se nos 226 milhões de euros, num crescimento de 1,8% na comparação trimestral, o que também reforça a tendência de recuperação face ao período homólogo, refere em comunicado a operadora.
Já o CAPEX foi de 92 milhões de euros, contribuindo para um investimento acumulado no ano de 303 milhões de euros, valor que reflete “a continuidade do forte investimento da Altice Portugal no país, em particular na rede de fibra ótica nacional em expansão para todo o território, na cobertura da rede móvel e na manutenção das políticas comerciais de aquisição de novos clientes”, subinha.
A filial portuguesa do grupo francês liderado por Patrick Drahi destaca ainda o crescimento da sua base de clientes fixos pelo quarto trimestre consecutivo, assim como do número de clientes de fibra ótica (27%) face ao mesmo período de 2017 e das adições líquidas nos tarifários pós-pagos (mais 37 mil), idênticas ao trimestre anterior e 2,4 vezes mais que no trimestre homólogo de 2017 (mais 15 mil).
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