Os acordos assinados no âmbito da visita deverão rondar os 800 milhões de euros, de acordo com estimativas do ministro português dos negócios estrangeiros, que do lado luso lidera os encontros da Comissão Mista de Acompanhamento Bilateral.



Os detalhes dos acordos ainda não são conhecidos, mas sabe-se já que visam as áreas das tecnologias da educação; fileira agro-alimentar; telecomunicações e eletricidade. No total terão sido assinados cinco acordos.



A imprensa local adianta que pelo menos um dos acordos estará relacionado com a plataforma Canaima, o projeto de software livre venezuelano onde se integra o Magalhães, que no país adota o nome da iniciativa open source.



Segundo estas fontes, o acordo estabelecido pelos dois países nesta área tem não só a ver com a produção de equipamentos no país, mas também tem em vista a exportação para os países do Mercosul.



Recorde-se que desde a primeira hora os acordos assinados entre Portugal e a Venezuela para a exportação do portátil Magalhães, um equipamento para o mercado da educação produzido pela portuguesa JP Inspiring Knowledge e baseado do design de referência Classmate da Intel, preveem a produção no país.



Portugal colaborou primeiro com aquele país da América Latina exportado a tecnologia e num momento seguinte partilhando know-how para criar linhas de montagem locais.



À Venezuela, Paulo Portas foi acompanhado por representantes de 40 empresas portuguesas. Os encontros realizados no país terão continuidade em Lisboa, onde se prevê que os trabalhos da Comissão Mista de Negócios sejam finalizados. O encontro em Lisboa está agendado para 18 de junho.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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