Os protocolos para desenvolvimento dos projectos-piloto de compras electrónicas foram hoje assinados entre a Unidade de Missão Inovação e Conhecimento (UMIC), responsável pela coordenação dos mesmos e pelas quatro entidades nacionais convidadas a participar: Bizdirect, Tradecom, Forum B2B e iWaytrade.



Nesta fase, onde os principais objectivos passam pelo levantamento de processos, formação, negociação e teste de novos modelos, o Governo decidiu optar por contar com todos os players B2B presentes no mercado português por forma a poder testar um maior número de possibilidades e plataformas.



Carlos Oliveira, da UMIC explica que a ideia é não só "testar as capacidades nos ministérios como testar a capacidade dos próprios prestadores de serviços B2B, que já operam há alguns anos no mercado". O responsável garante que em termos de custos, a opção não é mais dispendiosa já que "esta fase do projecto não prevê qualquer investimento em tecnologia". Ao invés disso será aplicada a tecnologia já utilizada e testada pelos parceiros que através das suas plataformas irão trabalhar no desenho tecnológico do modelo ideal para cada ministério.



Os seis meses que compreendem a fase de diagnóstico e desenho do projecto de compras electrónicas da Administração Pública servirão para "perceber qual ou quais as plataformas que melhor se adaptam aos níveis de desempenho pretendidos", explica aquele responsável. Carlos Oliveira confirma que serão investidos cerca de meio milhão de euros no levantamento de processos, formação, negociação e teste de novos modelos.



Reavaliação de necessidades adiada para Fevereiro



"Fevereiro será o mês de reavaliação de necessidades e escolha de uma ou mais plataformas em definitivo", garante o responsável. O novo prazo contraria as previsões anteriormente apresentadas pela UMIC que apontava para uma reavaliação de necessidades em Dezembro.




Em Outubro o Ministério das Finanças junta-se ao grupo de sete ministérios. A entrada tardia no grupo piloto fará com que a fase de testes, neste ministério, termine um mês mais tarde, em Março.



No que respeita ao programa de compras electrónicas, os próximos passos da UMIC serão o lançamento de cadernos de encargos para plataformas centrais (registo nacional de fornecedores e plataforma de concursos públicos), início de actividade do grupo de trabalho de interoperabilidade e normalização e lançamento do portal de compras (no final de Outubro).



No que respeita ao portal informativo, que em 2004 dará lugar ao portal transaccional, os trabalhos concentram-se agora na recolha e compilação de conteúdos e criação de um helpdesk das compras electrónicas.



O Ministério da Defesa Nacional, Ministério da Justiça, Ministério da Educação, Ministério da Saúde, Ministério da Segurança Social e do Trabalho, Ministério das Obras Públicas, Transportes e Habitação e Presidência do Conselho de Ministros são as sete entidades escolhidas para avançar com a fase piloto do projecto já este mês.



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