Com uma população a rondar os 1,3 mil milhões de habitantes, o mercado chinês é geralmente crucial para as grandes empresas obterem os lucros e níveis de vendas desejados. Contudo, a Samsung continuou a sua queda e, em 2014, reduziu a sua quota de mercado em quase um terço.



Os relatórios mais recentes da Samsung não são animadores no que ao futuro das contas da empresa diz respeito, pois se no segmento dos smartphones de gama alta a Apple é um adversário de respeito, empresas como a Xiaomi estão a desviar clientes nos segmentos mais baixos.



Segundo a CCID Consulting, o maior escritório de consultoria na China, a quota do mercado da gigante coreana no mais populoso país do mundo desceu de 20% em janeiro de 2014 para 13,7% em outubro. Estes são números que ainda colocam a Samsung no topo da tabela, mas na iminência de ser ultrapassada por outras marcas como a Lenovo (10,7%), a Apple (9,4%) ou a Huawei (8,5%). A China é o segundo maior ponto de vendas para a Samsung, a seguir aos Estados Unidos da América.



Declarações de um dos vendedores da Samsung ao MarketWatch revelam que a principal causa para esta descida terá sido a quebra na venda de smartphones, já que “se vendereram 1,6 milhões de equipamentos em outubro, mas esse número caiu para 1,2 milhões em novembro”. Estes já não são os primeiros números que mostram um recuo da empresa coreana no mercado chinês.



Os analistas consideram ainda que a posição enfraquecida da Samsung pode ter impacto noutros mercados, como o dos processadores e televisores, o que poderá agravar a perda de valor junto dos chineses.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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