Os dados apurados pela consultora indicam que a empresa do grupo Facebook vai vender 2 milhões de unidades da sua oferta nesta área até dezembro. A empresa já fabrica há alguns meses os Oculus VR, numa parceria com a Samsung e acaba de disponibilizar o seu produto principal, os Oculus Rift.
A chegada do dispositivo ao mercado não correu como previsto, já que a empresa foi confrontada com problemas num componente e teve de atrasar as entregas, mas isso não comprometerá a sua liderança neste mercado, acredita a IDC.
Em termos globais este mercado vai gerar receitas de 2,3 mil milhões de dólares este ano, embora uma parte significativa deste valor deva ser gerado pelos jogos que já começaram a surgir para tirar partido da tecnologia.
No que se refere aos dispositivos, a Sony, a HTC e a Samsung (no âmbito da já referida parceria com a Oculus VR) são as outras empresas em destaque neste mercado. A análise da IDC não tem em conta dispositivos do tipo Google Cardboard.
Em declarações à PC MAG, Lewis Ward, diretor de pesquisa da IDC para a área dos jogos, também falou de realidade aumentada - um dos dispositivos mais aguardados nesta área são os HoloLens da Microsoft – e frisou que o fabrico de produtos de realidade aumentada é muito mais complexo, que o de produtos de realidade virtual. Nesta altura a prioridade dos fabricantes dedicados a esta área deve por isso ser fazer bem, mais do que fazer depressa.
Em 2020 ambas as tecnologias estarão disponíveis de forma mais abrangente, para compor um mercado que deverá vender 110 milhões de unidades nesse ano.
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