A legislação atual define os 4 Mbps como débito mínimo para um serviço de Internet de banda larga. No ano passado a Comissão Federal das Comunicações já tinha proposta uma alteração a este limite mínimo, para os 10 Mbps mas acabou por não conseguir fazer valer a ideia, graças à oposição dos operadores.



Na altura, empresas como a AT&T defenderam que não há uma razão objetiva para considerar que um débito inferior a 10 Mbps (e superior ao atual limite de 4 Mbps) não garanta um serviço avançado e como tal definido pelas empresas como banda larga.


Se a proposta da FCC for aceite, os operadores passam a poder apresentar apenas apresentar como serviços de banda larga ofertas com débitos superiores a 10 Mbps no download para 3 Mbps no upload, contra os 4 Mbps no download e 1 Mbps no upload definidos por enquanto.


A alteração, defende a FCC "reflete as necessidades atuais dos consumidores, os desenvolvimentos do mercado e os avanços tecnológicos", detalha um documento citado pela Zdnet.


De acordo com a Zdnet, se a proposta for aprovada o novo limite mínimo não será imposto às empresas que venham a desenvolver infraestruturas de banda larga ao abrigo de programas federais de apoio, o que deverá ser um alívio para os operadores, já que nas zonas onde estes programas estão a favorecer o surgimento das novas redes as infraestruturas instaladas oferecem débitos inferiores.


A proposta da FCC constará do relatório anual de progresso da banda larga. Aí constará uma análise à cobertura de Internet no país, onde se revela que em 53% das ligações de banda larga nas zonas rurais dos Estados Unidos oferecem menos de 25 Mbps. Nas zonas urbanas, 8% da população não tem acesso a ligações com este débito e a nível nacional são 17%.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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