São seis os projetos de investigação em que as duas regiões preveem colaborar e que partilham entre si o objetivo comum de redefinir arquiteturas de Internet, com vista a tornar as redes mais eficientes no transporte de dados.



Vão beneficiar de um financiamento de 18 milhões de euros e endereçar questões centrais na gestão desta realidade, como sejam a segurança, capacidade de rede, eficiência energética ou densidade do tráfego de dados.




Um dos projetos (Strauss) visa criar condições para desenvolver redes eficientes de 100 Gbps, um débito que é cerca de cinco mil vezes superior às velocidades médias das ligações à Internet hoje usadas pelos europeus.



Na lista de projetos colaborativos estão ainda o MiWEBA (potenciar a utilização das frequências de rádio que suportam serviços móveis; NECOMA (segurança); GreenICN (utilização eficiente da energia nas redes de comunicações); ClouT (usa conceitos como o cloud computing e a Internet das coisas para explorar a noção de smart city e a utilização de sensores a fornecer e receber informação em tempo real).



O objetivo é encontrar novas respostas para o crescimento exponencial dos dados digitais, que é hoje uma realidade e que todas as previsões antecipam com tendência para continuar a crescer nos próximos anos.



De acordo com dados disponibilizados pela CE, são gerados em todo o mundo cerca de 1,7 mil milhões de bytes de informação digital a cada minuto. O volume de tráfego duplicou entre o início de 2012 e o início de 2013.

Nota de redação: Foi corrigida uma gralha no texto.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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