Um estudo realizado pela Universidade de Oxford, para a Cisco, que analisou o desenvolvimento e a qualidade da banda larga em 72 países e 239 cidades, coloca Portugal entre os melhores lugares da apreciação.



Na tabela que mostra os 30 países lideres no desenvolvimento deste tipo de serviços, Portugal surge na 22ª posição, garantindo um lugar na elite de países analisados e mostrando progressos significativos face aos dois anos anteriores.



O documento também apura que existe hoje um grupo de 14 países preparados para as aplicações Internet do futuro, onde se incluem serviços como a televisão de alta definição ou serviços de vídeo de alta qualidade, como a telepresença. Também aí inclui Portugal. O país surge no mesmo grupo de nações como a Dinamarca, Finlândia ou Suécia, tradicionais líderes europeus nos rankings da banda larga e da preparação tecnológica.



A nível global, os dados revelam ainda uma significativa melhoria da qualidade da banda larga móvel, sendo que 10 por cento dos utilizadores destas tecnologias já conseguem experimentar uma qualidade de serviço semelhante àquela de que é possível usufruir nas redes fixas.



Contabilizando os diversos tipos de ligações, a pesquisa apurou um crescimento na quantidade de casas com acesso à banda larga nos diversos países analisados. De 40 por cento em 2008, o número de lares com acesso a serviços de banda larga passou em 2010 para 49 por cento da amostra.



Para reunir dados a pesquisa avaliou os dados de 40 milhões de testes de qualidade dos serviços de banda larga, realizados a partir do site speedtest.net. A qualidade é avaliada combinando dados dos downloads e uploads com informação sobre latência. A esta informação os investigadores juntaram dados gerais como a penetração de Internet em cada país, entre outros.

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