Durante os 20 dias úteis em que a Anacom promoveu a segunda consulta pública sobre o futuro da TDT após o “apagão” do sinal analógico, chegaram até ao regulador 36 contributos. De acordo com fonte da entidade, apesar de terem existido menos participações do que na primeira consulta, o processo foi apelidado de “muito participado”.



Televisões, os maiores operadores de telecomunicações, associações do sector dos meios de comunicação e contributos a título individual compõe o cartel de elementos que falam sobre o futuro da televisão digital terrestre em Portugal.



Os contributos servirão de base à Anacom para a realização de um relatório sobre qual o caminho a seguir na TDT. Através deste guião de ideias caberá depois ao ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, decidir o que será feito com o espaço não utilizado que existe atualmente no ecossistema da televisão digital. Do lado do Governo sabe-se que o número de canais existentes é considerado como "insuficiente".



Em declarações ao Diário Económico, fonte da Anacom não revelou uma data para que o relatório esteja concluído, mas referiu que o mesmo será divulgado “tão rápido quanto possível”.



Com a futura remodelação que a TDT pode vir a sofrer o objetivo passa por conseguir tornar a plataforma de televisão de acesso livre mais competitiva, numa altura em que o tempo que os portugueses passam nos canais por cabo supera o tempo passado em qualquer canal de sinal aberto.



Além da competitividade da TDT, a Anacom vai também medir a qualidade do sinal em várias zonas do país, através de um projeto de monitorização que tem início no terceiro trimestre do ano.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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