Por Raul Sanahuja (*)

O processo de digitalização está em curso e veio para ficar. Em Portugal, ainda se reconhece a carência de competências digitais e a necessidade de solucionar este problema. As vantagens associadas ao processo ajudam empresas, colaboradores e clientes que desejam ver facilitados os mais diversos aspetos do seu dia-a-dia.

Se de um lado existe resiliência perante as transformações decorrentes desta digitalização, por outro conhece-se um mundo mais automatizado, sustentável e eficiente. Um dos grandes exemplos é o conhecido regime de trabalho híbrido. Famoso por facilitar o trabalho à distância, reduzir custos de deslocação e evitar viagens pouco sustentáveis. Promover um ambiente de trabalho rápido onde tudo está à distância de um clique encontra-se também na panóplia de oportunidades trazidas pela digitalização.

Mas será que as vantagens se ficam por aqui? A resposta é simples: não. Se aprofundarmos o tema, percebemos que a digitalização vai ao detalhe no que às inovações diz respeito. É prova disso o caso de estudo levado a cabo pela Microsoft e pela Epson sobre projetores de alcance ultracurto de alta qualidade com a solução Teams Front Row da Microsoft.

Numa empresa onde metade da equipa está a trabalhar a partir de casa e os restantes estão presentes no escritório, a poucos minutos de uma reunião conjunta, a utilização de chamadas de vídeo já não é novidade. No entanto, será que é possível melhorar a experiência destes colaboradores para que a reunião seja mais produtiva?

Sentados junto a uma mesa semicircular em frente ao ecrã é possível observar os colegas que estão em casa e o chat da reunião, através do projetor de luz suave, sem cansar os olhos. Num ambiente pensado para ser eficiente, este projetor amigo do ambiente – pela sua reduzida geração de calor – e a Front Row são resultado da digitalização a que assistimos e reforçam a confiança que as empresas depositam nas tecnologias adequadas ao trabalho.

As videochamadas vieram para ficar, bem como o modelo híbrido de trabalho. As pessoas podem participar nas reuniões a partir de onde se sentem mais confortáveis, o que pode aumentar o bem-estar e a satisfação dos funcionários. Além disso, muitas plataformas de videoconferência permitem a gravação de chamadas, o que pode ser útil para referência futura ou para partilhar com pessoas que não puderam participar na reunião. A colaboração entre equipas torna-se mais eficiente ao permitir que as pessoas trabalhem juntas em tempo real, partilhando documentos, apresentações e informações diretamente durante a chamada. O tempo de inatividade torna-se reduzido e as equipas estão mais focadas, pois não perdem tempo em deslocações.

Num futuro não tão distante, podemos até esperar a integração da tão falada inteligência artificial nestas reuniões, que deverá ser capaz de fazer apontamentos e resumos dos assuntos tratados, perceber quem disse o quê e até reconhecer quem está na sala. As possibilidades são inesgotáveis e uma mais-valia para qualquer negócio que priorize a produtividade. Resta levar às empresas ferramentas que facilitem esta transição e que tornem acessível, prático e confortável o trabalho digital.

(*) responsável de comunicação da Epson Ibérica

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