A IA Generativa está a transformar a forma de proteção de ambientes digitais e industriais, mas Abílio Duarte defende que as equipas Nearshore de cibersegurança desempenham um papel crítico na engenharia contínua e proteção, oferecendo uma colaboração próxima, alinhamento cultural e interação em tem
A IA vai também permitir criar propostas de crédito consolidado verdadeiramente personalizadas mas Rita Quaresma lembra que a transformação não vai acontecer isoladamente.
A propósito do Dia Mundial da educação, Rui Duro destaca a importância da exposição precoce a conceitos de cibersegurança, que funciona como uma verdadeira infraestrutura de segurança.
A inteligência artificial na região EMEA está a entrar numa nova era definida não pela experimentação, mas pela execução. Em toda a região, a conversa está a mudar de “como construímos IA?” para “como a potenciamos, governamos e escalamos de forma responsável?”, defende Simone Larsson
Num cenário em que a informação e a inteligência se tornarão instantâneas e abundantes, o valor humano passará pela capacidade de tomar decisões em contextos ambíguos, de consensualizar valores e prioridades, defende Miguel Oliveira.
Para Filipa Pinheiro Baptista, a digitalização na saúde traz vantagens de acesso e cuidados sem fronteiras, valorização de talento e sustentabilidade, e o futuro será feito de pontes, entre pessoas, instituições e tecnologia. Na sua visão, Portugal tem todas as condições para liderar esta transforma
Há anos que falamos em transformação digital, mas a verdade é que muitos ainda estão a digitalizar documentos, enquanto o mundo já começou a dar inteligência ao passado. E é isso que muda tudo, destaca Paulo Veiga.
A propósito do BEN, o primeiro automóvel elétrico do CEiiA, Francisco Jaime Quesado destaca o exemplo da aposta na agenda de mobilidade inteligente para as cidades.
Para David Ferreira, o Logical Data Management emerge como uma resposta estruturante aos desafios da era digital, ao combinar virtualização, governação de dados e orientação a produtos numa abordagem unificada.
Com experiência no trabalho com municípios, Hugo Lopes destaca neste artigo a importância da interoperabilidade no software do Estado e lembra que o Data Act vai trazer mudanças.
O low-code não é apenas uma tendência passageira, mas sim uma peça estratégica que promove a colaboração entre as equipas técnicas e de negócio e acelera a entrega de valor ao cliente, defende Miguel Fonseca.
Para Manuel Matos dos Santos, o verdadeiro valor das academias revela-se no momento da integração em projeto. No mundo dos dados e de Generative AI, é através delas que os novos talentos se inserem nas mais diversas indústrias.
Investir em análise de dados é, para as empresas portuguesas, apostar num ativo estratégico que pode gerar valor real: decisões mais acertadas, ganhos de eficiência, inovação, melhor experiência para clientes e uma gestão de risco mais robusta, defende Beatriz Duarte.
Para Luís Pereira, o Model Context Protocol representa uma mudança estrutural na forma como trabalhamos com a IA, não porque esta se torna automaticamente mais capaz, mas porque passamos a integrar inteligência e sistemas de forma alinhada com as necessidades reais.
Patrícia Espadaneira defende automatizar processos não equivale à criação de cultura, e nenhuma plataforma substitui a responsabilidade das lideranças em legitimar o tempo para aprender, incentivar a curiosidade e aceitar o erro como parte do crescimento
Para Danilo Santos, a verdadeira força da inovação vive na complementaridade entre Inteligência Artificial e intuição, defendendo que, ao integrar a expertise humana no ciclo de construção da tecnologia, é possível criar soluções mais completas, úteis, verdadeiras e significativas.
Neste artigo de opinião, Adam Konopa defende que a transição para veículos cada vez mais orientados por software alcançou um novo patamar, numa revolução que está a transformar profundamente toda a indústria automóvel: das ferramentas e processos até aos perfis de talento e modelos de criação de val
Questionar, validar e agir de forma assertiva continua a ter um papel determinante na decisão estratégica, afirma Gabriel Carvalhal, lembrando que dados precisarão sempre de ser 'refinados' e combinados com o pensamento estratégico e a sensibilidade humana.
A repetição do apagão elétrico que afetou Portugal e Espanha em abril é improvável, mas não impossível, e António Queirós explica que o desafio de execução rápida é implementar estas soluções antes que outra crise ocorra
Luís Ribeiro defende que o futuro do desenvolvimento de software será escrito por equipas híbridas: humanos que pensam, decidem e assumem responsabilidade; máquinas que sugerem e geram sem se cansar.
50% do trabalho que realizamos como colaboradores não está alinhado com a estratégia global das empresas. Tiago Lopes Duarte defende o planeamento estendido nas organizações e a sua importância como o farol no mar das decisões.
A Inteligência Artificial promete uma defesa à velocidade da luz. Mas sem a supervisão humana certa, essa velocidade pode ser apenas a forma mais rápida de embater contra a parede, avisa Hugo Mestre.