Por Alexandre Santos (*)


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Big Data, traduzido de forma literal, significa Grandes Dados. E é mesmo disso que se trata – quantidades massivas de dados cuja leitura e análise é dificultada pelo seu volume. Como tal, os reais benefícios da sua compreensão estão, também, por descodificar.


Isto não quer dizer, obviamente, que não existem. O Big Data representa, para quem se decidir a mergulhar nele, oportunidades inovadoras para resolver problemas de sempre. Assim, torna-se fulcral seguir estes três simples passos para estruturar o processo de forma eficiente e, acima de tudo, eficaz.



Aprender


Primeiro, há que conhecer o Big Data. À medida que os custos do armazenamento de dados foram baixando, o volume de dados armazenados aumentou exponencialmente, num crescimento sem precedentes. Este crescimento é também potenciado pelos dados que geramos no nosso dia-a-dia, por exemplo, na comunicação digital (e-mails, sms, chamadas, vídeo conferência, partilha de fotografias, redes sociais), em transacções (extractos de crédito, movimentos bancários) ou até em dados sensoriais (mapas, sensor de localização, rastreio).



Utilizar esta torrente de dados a nosso favor implica transformar a infraestrutura existente num ambiente com maior distribuição e mais aberto. No fundo, torná-la o mais flexível e perto da análise em tempo real possível.



Planear


Assim que o conceito de Big Data e as suas potencialidades estiverem assimiladas, o passo seguinte é planear. Por planear, entenda-se identificar a oportunidade certa, conhecer o ambiente, assinalar os requisitos necessários e reconhecer as necessidades tecnológicas.


Se a otimização, porém, advir de um projeto existente, torna-se possível, com o apoio de empresas especializadas, expandir as capacidades do sistema, simplificar os processos de integração e criar as bases para um crescimento rápido.



Decidir



Após aprender sobre Big Data e planear o caminho a tomar, há que colocar o plano em marcha. O que significa começar a explorar as ferramentas, o software e o hardware existente para Big Data, incluindo processadores de alta-performance e tecnologias de visualização.


Obviamente que estes passos não tornarão o retorno do investimento em Big Data imediato. No entanto, a adoção será bem mais vantajosa do que escolher ficar de fora a ver os concorrentes a posicionarem-se na liderança, em vários segmentos, graças à eficaz compreensão do Big Data.



(*) Business Manager da Intel para Portugal

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